e o cansaço pesa mais do que os livros.
Dias em que o mundo parece grande demais
para caber dentro de uma sala de aula.
Mas é aí — justamente aí —
que o professor se encontra com a pessoa.
No intervalo entre um suspiro e um sorriso,
no instante em que quase desiste
e, mesmo assim, continua.
Porque ensinar não é um gesto técnico,
é um gesto humano.
É levar o coração para o trabalho.
É trazer para casa outros corações,
dentro do coração dele.
O professor é a pessoa,
e uma parte da pessoa é o professor:
a parte que insiste,
que acredita,
que recomeça.
A parte que sabe que cada criança
é uma semente à espera de primavera,
e que às vezes basta um olhar,
uma palavra,
um silêncio acolhedor
para que o impossível se torne caminho.
E quando o dia termina
e a sala fica vazia,
fica também a certeza tranquila
de que a resiliência não é força bruta,
é delicadeza com propósito.
É cair com dignidade
e levantar com sentido.
Porque quem ensina,
mesmo cansado,
mesmo ferido,
carrega dentro de si
uma luz que não se apaga:
a luz de acreditar
que o amanhã será melhor
se hoje, alguém,
for capaz de aprender a sonhar.
(Escrito com AI...)
dentro do coração dele.
O professor é a pessoa,
e uma parte da pessoa é o professor:
a parte que insiste,
que acredita,
que recomeça.
A parte que sabe que cada criança
é uma semente à espera de primavera,
e que às vezes basta um olhar,
uma palavra,
um silêncio acolhedor
para que o impossível se torne caminho.
E quando o dia termina
e a sala fica vazia,
fica também a certeza tranquila
de que a resiliência não é força bruta,
é delicadeza com propósito.
É cair com dignidade
e levantar com sentido.
Porque quem ensina,
mesmo cansado,
mesmo ferido,
carrega dentro de si
uma luz que não se apaga:
a luz de acreditar
que o amanhã será melhor
se hoje, alguém,
for capaz de aprender a sonhar.
(Escrito com AI...)
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